Em cadeados do tempo trancafio
minha voz
Quem ouvirá meus protestos?
De que masmorras subirão os sonhos
que não compreendemos?
Em que fendas da memória se esconde
o homem e seu destino?
E a nebulosa estrela se afastará do céu?
E o coração da criança compreenderá os
movimentos da carne?
Em cadeados do tempo trancafio minha
voz. E a liberto mais tarde nas vindimas
da solidão.
Carlos Alberto Jales
Essa obra pertence ao Poeta
Professor de Filosofia e Antropologia da
Educação da UFPB.
Licenciatura em Filosofia,
Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais,
Diplomado em Ciências de Desenvolvimento (Paris)
Mestre e Doutor em Educação (UNICAMP e UFRN)
Carlos Alberto Jales
Nenhum comentário:
Postar um comentário